Ex-juiz da WSL dispara: 'Não suportam mais ter campeão mundial brasileiro'

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da aposte e ganhe: Em meio aos questionamentos de surfistas brasileiros aos critérios de avaliação utilizados pela WSL, o ex-juiz Ícaro Carvalheiro, que trabalhou na liga entre 2000 e 2013, apontou um suposto boicote aos atletas do Brasil. Em entrevista ao blog “Olhar Olímpico”, do “UOL”, ele disse que os atuais juízes da WSL não querem ver mais um brasileiro vencendo o título mundial.

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da bwin: – O sistema quer promover um australiano ou americano campeão mundial, porque eles não suportam mais ter campeão mundial brasileiro. Isso é fato. E não é nem patrocinadores, não é nem o Erik Logan (CEO da WSL). É o julgamento mesmo. É quem está sentado julgando – afirmou.

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O suposto desfavorecimento aos brasileiros virou pauta no mundo do surf após a realização do Surf Ranch Pro no último domingo. Muitos torcedores entenderam que Gabriel Medina foi prejudicado no confronto com o australiano Ethan Wing, enquanto Ítalo Ferreira teria sido injustiçado na final contra o norte-americano Griffin Colapinto. Os dois surfistas, além de Filipe Toledo, escreveram questionamentos à WSL nas redes sociais.

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Ícaro Carvalheiro também discordou dos critérios adotados pelos juízes na etapa da Califórnia. O ex-funcionário da WSL entende que Gabriel Medina merecia uma avaliação melhor no duelo que culminou na sua eliminação.

– A esquerda do Gabriel (Medina), que eles deram 8,67, era para no mínimo 9 pontos. No mínimo. A esquerda do Ethan, que deram 7,60, era para 6,5, no máximo 7, com muita boa vontade – analisou.

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A WSL emitiu duas notas em resposta aos questionamentos dos surfistas. A segunda, publicada nesta terça-feira, foi escrita pelo diretor executivo Erik Logan e teve um tom mais contundente. O CEO rebateu as críticas dos brasileiros e ainda relatou que funcionários da liga mundial de surf foram ameaçados de morte nos últimos dias.

De 2014 para cá, o Brasil venceu seis dos oito circuitos mundiais de surf realizados – Gabriel Medina foi campeão três vezes, enquanto Adriano de Souza, Ítalo Ferreira e Adriano de Souza conquistaram um título cada. O fenômeno foi chamado de “Brazilian Storm” (Tempestade Brasileira) pela imprensa norte-americana.

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